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moXo

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

moXo

04
Set19

Desapega-te, Liberta-te, Desperta-te

moXo

Já vos falei anteriormente de um livro que estou a ler da Rute Caldeira, “Simplifica a tua vida”.

Hoje venho aqui uma vez mais para partilhar alguns excertos.

São frases, palavras que me levam a refletir acerca do real significa das coisas e das pessoas e do poder que muitas vezes lhes damos, quando na realidade só quem tem o poder somos nós.

 

(…) “Desapega-te do que te faz mal, aprende a deixar entrar o que te faz bem, mesmo que não saibas ainda que bem é esse!

Estás a ler esta mensagem precisamente neste momento por alguma razão. Tu sabes que há alguma coisa que precisas de deixar ir, há algo que precisas de libertar. Pode ser uma emoção, uma característica, um emprego, um medo, um bem material, uma pessoa, não importa. Importa apenas que, neste momento, tu sintas, tu reconheças que há que te desapegares de algo que te pesa.

(…) Fecha os olhos, assume e sente essa voz de dor que fala contigo. Sente esse desconforto sem fugires dele. Sente, sente mesmo que te pareça que tudo se intensifica, sente apenas…

 

(…) E o ser humano gosta de controlar, de saber em que chão põe os pés, de fazer cálculos, e ter certezas. E a liberdade não traz nada disso; a liberdade é a incerteza da certeza de que viver é uma infinita possibilidade de escolhas e resultados que nunca nos são garantidos. O Homem não gosta da liberdade porque a liberdade cria espaço para o medo.

(…) A liberdade é uma escolha que tira o ser humano da zona de conforto, e o Homem está sempre em busca do confortável, mesmo que isso canse, que crie rotina, que crie frustação e aborrecimento. Somos movidos pelo medo e, na maioria das vezes, nem nos apercebemos.

 

(…) O que é a consciência? Como a desperto? Como me desperto a mim mesmo? ESTANDO ATENTO! Como podemos nós ter consciência de como nos sentimos se no exato momento em que vem uma sensação de tristeza, frustração, angústia, medo, a primeira coisa que fazemos é arranjar distrações?

Instintivamente, entramos num looping de distrações: há quem compre roupa, há quem vá ao cinema, há quem comece a arrumar a casa, há quem fique horas a trabalhar, há quem se agarre ao mundo da internet. Na verdade, é muito mais normal as pessoas fazerem isto do que pararem para ter uma conversa com a emoção que se faz sentir no peito. Geralmente, nós não fazemos isto, não dizemos «Tenho de parar uns minutos ou uma hora, estar sozinho e perceber por que razão me sinto desta forma». E não fazemos isto porque temos receio da dor, e como recusamos olhar para ela, essa dor vai crescendo, a ponto de um dia nos fazer obrigatoriamente parar.

 

Gratidão,

moXo

040918

 

18
Fev19

Conhecimento & Desapego

moXo

Estive “longe” durante alguns dias do meu “estudo” ou… talvez não.

O que ao início sentia ser tão urgente hoje evoluiu, ganhou vida e dá-me alguma paz e espaço.

Talvez o estudo seja este mesmo. Não é somente saber significados, teorias, visões. É acima de tudo fazer o meu próprio percurso usando o que tenho aprendido e sinto que faz sentido.

 

A verdade é que ao estudar o chakra da coroa  há vários aspetos da minha vida que tomaram outra dimensão. Claro está que não foi na aula, no momento em que ouvi falar pela primeira vez das suas características. Mas sim, um crescente de tomada de consciência de vários pontos que me pareciam turvos e que ganharam outra clareza. Foi um caminho e não uma meta por si só.

 

Adquiri uma consciência maior da minha necessidade constante de conhecimento. De querer mais, saber mais. De me sentir a crescer e a evoluir. De precisar de acreditar mesmo naquilo que não vejo e nem sei se existe. Cresci e hoje tenho uma atitude mais desapegada perante questões e desafios que na prática nada importam e que na maior parte das vezes tomam dimensões desnecessárias.

Há muitas coisas que não fazem sentido. Mas este saber e aceitação é aprendizagem e seguir em frente e em consciência com este aspeto traz uma harmonia que antes me era impossível de sentir ou sequer aceitar.

 

Todos nós mudamos ao longo da vida. Hoje sou uma mulher totalmente diferente do que era há 10, 5 anos atrás. Aprendi, cresci, evolui. E isto é algo que não quero mais prescindir.

 

Gratidão,

moXo

 

030518

28
Set18

Amores: matéria, apego e desapego

moXo

A vida é composta por amor.

Tudo gira à volta deste sentimento tão vasto e tão forte.

De uma forma ou de outra somos criados no amor, vivemos para o amor e passamos a vida a procura dele.

Seja por nós ou pelos outros, quer seja pela natureza ou pelo universo.

 

Sinto profundamente que estou numa sociedade composta por dois grandes extremos.

O dos que já perceberem a urgência em ouvir a sua essência; e o dos que andam perdidos e em constante desequilíbrio e nem se apercebem disso.

 

Vivemos num mundo de amor à matéria.

Se pararmos para observar tudo ao nosso redor se move quer seja pelo medo, sexo, ego ou poder.

Mais e melhor. Mais dinheiro. Mais reconhecimento. Superficialidade.

O Ego a mostrar a sua força.

 

Estamos apegados a tudo. Amamos o próprio apego. Viciados e cegos.

Não percebemos que o que é melhor para mim pode não ser para o próximo.

Que amor é saber receber sem cobrar, dar e também libertar.

 

Até que nos apercebemos que para o equilíbrio e harmonia nada importa a não ser o foco no amor-próprio. Em perceber que para estar bem e para atingir a tão falada felicidade pouco mais importa do que dar voz à essência de cada um. Aceitar que preciso de me amar e permitir-me amar sem pressas ou crenças limitadores, trará contentamento e liberdade. Desapego. Aquietar. Respirar. Respeitar. Cuidarmo-nos. Dar o real valor às coisas, às pessoas, a nós mesmos.

 

Gratidão,

moXo

 

200318

14
Set18

OM

moXo

É o mantra do sexto chakra da nossa coluna vertebral, de baixo para cima – chakra da terceira visão – Ajna.

 

Localizado no centro da testa entre as sobrancelhas, ajuda a regular a glândula pituitária, olhos, sistema nervoso e o hipotálamo.

 

Dos 35 aos 42 anos de idade, aproximadamente, desenvolvemos a intuição, acedemos ao que não é palpável, ao que ouvimos quando não deixamos a mente definir-nos.

Percebemos a essência, nossa e de tudo. Permitimos que chegue até nós todas as verdades, mesmo as mais subtis e as que vão além da vontade humana.

 

Quando em bloqueio este chackra revela pessoas com falta de discernimento, com demasiado apego, com visão distorcida e tendência para a ilusão. Mostra pessoas com ego fraco, egocêntricas, com falta de consciência e predispostas a fundamentalismos ou demasiado mentais e com excessiva necessidade de intelectualizar.

 

Para um equilíbrio devemos estar disponíveis para fazer todo um trabalho introspetivo e de tentativa de resposta à pergunta: quem sou eu? Processo possível de ser iniciado e realizado ao longo deste curso. No entanto, tal não é possível se não estiver ativo, atento, curioso, insistir e questionar. Só assim podemos atingir um patamar de aceitação da unidade da criação e da vida, bem como a dualidade equilibrada e perfeita das mesmas.

Aceitar que o mundo exterior é espelho de nós mesmos.

 

Em harmonia desenvolvemos a consciência de que somos muito mais do que um corpo e somos mais observadores, abertos, vibrantes. Vemos mais longe, seguimos a intuição, estamos despertos aos sinais subtis e transformadores, imaginamos, criamos. Sensação de equilíbrio e união entre tempo e espaço.

 

Neste estágio o indivíduo sente necessidade de seguir a voz interior e ser o seu próprio guia. Sente a beleza interior que cada um de nós tem, aceita-a, é humilde e compassivo. Percebe que o desapego é a maior forma de amor-próprio, pelos outros, pelo Mundo, pela Natureza, pelo Universo.

 

Predispus-me a fazer este Caminho. Um crescente bloqueio ou necessidade de permitir que chegasse até mim conceitos como espiritualidade e consciência levou-me aqui. Havia em mim uma sensação crescente de vazio que foi sendo preenchida com uma maior compreensão e conhecimento do que estava ao meu redor além do que os meus olhos vêm e do que a minha mente conhece.

Aceitar que o sinto é real e verdadeiro. Maior sensibilidade, mais intuitiva, com maior consciência.

Hoje sei que cheguei a este estágio após um caminho longo e difícil que foi crescendo ao longo deste curso.

Aceitar o que se sente e não se vê como veículo de libertação que conduz à verdade.

Ser autónoma para a descoberta.

Inspirar e ser inspirada.

 

Libertar. Viver. Sentir. Confrontar. Verbalizar.

 

Gratidão,

moXo

 

170318

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