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moXo

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

moXo

09
Out18

Automático vs Agora

moXo

Viver em modo automático ou viver no momento e no agora?

Vivo cada vez mais nesta contradição. Penso cada vez mais nestes opostos. Sinto cada vez mais as consequências da tomada de consciência das suas diferenças.

 

Será que um grau de consciência maior me trás mais qualidade de vida, de paz interior, de harmonia, de saúde física?

 

Perceber e aceitar que os comportamentos e os gestos adquiridos ao longo desta vida e talvez, de todas as vidas anteriores, me levam a ter uma maior qualidade de consciência e compreensão do que está certo ou errado. Ver as coisas como elas são e dar-lhe o valor devido. Ver o caminho do meio.

 

Perceber quando o cérebro com todas as suas crenças combate e resiste e permite que o ego seja ativado como uma faísca que incendeia e propaga-se.

Entender o significado e não o ter que justificar pois sinto-o como a verdade.

Permitir e aceitar a minha intuição.

Sou muito mais do que o meu corpo físico.

Estou disponível para ver além, de sentir, de prestar atenção aos sinais.

Quem sou? Donde venho? O que recebo do que está ao meu redor? Sou autêntica?

 

Sim, sou resultado daquilo que fui fazendo.

A forma como lido com isso é uma flor que desabrochou e cada vez mais se torna enigmática e única. Talvez tudo isto esteja relacionado com a qualidade de consciência que fui dando aos meus sentidos internos, há minha intuição, há minha essência.

Aos poucos os vários egos em mim foram perdendo força e sinto verdadeiramente que estou no caminho do meio.

 

 

“Os anos enrugam a pele; renunciarmos ao nosso ideal enruga a alma. (…)

Jovem é aquele que (…) como uma criança insaciável, pergunta: E agora?”

De, General Mac Arthur

 

Gratidão,

moXo

 

240318

25
Set18

A porta da felicidade

moXo

Nunca fui de acreditar em vidas passadas, reencarnação, almas gémeas, espíritos ou anjos.

Mas também nunca tinha passado pelo que passei, nunca me tinha sentido perdida e com tanta necessidade de respostas. Nunca tinha sentido esta urgência em me libertar e permitir que outra informação, energia, força, conhecimento chegassem até mim.

A Porta da Felicidade.jpg

A minha grande amiga V. falou-me neste livro e assim comecei outra viagem.

A Porta da Felicidade, livro de Denise Linn.

De coração aberto li e empenhei-me em não deixar que as minhas crenças limitadoras me impedissem de assimilar o que estava a chegar até mim.

 

Hoje afirmo que tudo aquilo que sou é produto da construção feita ao longo de toda a vida, do ambiente que vivo, das pessoas que me são próximas. Mas e se essa influência vier mais de trás…de quando era outra pessoa, numa outra vida. E se o facto de estar aqui e agora não é mais do que a oportunidade de fazer ou resolver o que ficou lá atrás, nas outras vidas, por ultrapassar ou aprender. E se bloqueios, fobias, sentimentos que não consigo compreender não são mais do que laços que ficaram das minhas vidas passadas?

 

Aceitar este dado como real e verdadeiro pode ser assustador e confuso, mas não é mais do que todo o processo que já iniciei e pelo qual tenho vindo a viver.

Assumo que por vezes dou por mim a pensar: quem sou eu, o que é que fiz ou disse, como lidar com isto, com esta pessoa, com estes sentimentos e pensamentos? Descobrir esta nova pessoa tem sido assustador, com muitos avanços e recuos. Acredito que um processo de tentativa de regressão e descoberta de vidas passadas também possa ser similar…perturbador e difícil.

 

Existem alguns excertos deste livro que vou ter de partilhar. Revi-me totalmente. Espelho do que acredito e sinto. Não porque me recordei de uma vida passada, mas porque cada vez mais me sinto mais desperta, mais sensível, mais atenta, mais interessada no crescimento pessoal. Porque não sendo este o caminho que comecei, pode e faz parte do chão que vou percorrer. Porque já percebi e aceitei que sendo uma viagem difícil e dolorosa, é algo que tenho de fazer e já não há como negar esta evidência.

 

(…) ”Em vez de travar ou de suprimir estas emoções, opte por senti-las – quando o faz o medo dissipa-se.”

“Aquilo a que você resiste, persiste. Quando resistimos a uma emoção, na verdade, torna-se mais difícil libertarmo-nos dela. Aquilo que reprimimos fica connosco vida após vida e cria bloqueios, pelo que é vital enfrentarmos os nossos sentimentos. Todavia, há uma diferença entre dramatiza-los e vivenciá-los.”

(…) “Dramatizar as nossas emoções pode por vezes afastar-nos delas.”

(…) “Quando se distancia de uma situação, você consegue observá-la de uma perspetiva mais lata e objectiva.”

(…) “Quando a sua convicção limitadora é alterada, a sua vida muda.”

 

(…) “enquanto passa pelo processo, pode ser um percurso duro e atribulado. Partilhe as suas dificuldades com alguém que gosta de si ou procure ajuda profissional (…) sabendo que aquilo que o espera vale mesmo a pena.”

 

Gratidão,

moXo

 

190318

06
Set18

As Pontes de Madison County

moXo

Tal como falei no post anterior tenho visto ou revisto filmes cujo interesse vai além do simples prazer pelo cinema. Tratam-se de exemplos, de espelhos, novelas da vida real.

 

As Pontes de Madison County.jpg

O filme As pontes de Madison County, de 1995, é mais um destes exemplos.

Confesso que há muitos anos atrás, por mais do que uma vez, vi excertos deste filme. Nunca o tinha visto na totalidade e, confesso, sempre me pareceu enfadonho, parado, sem interesse algum.

A minha opinião mudou drasticamente.

Vi o filme na íntegra. Com atenção, de mente e coração abertos. Suguei tudo. Inspirei-me. Tocou-me. Chorei. Solucei. Indignei-me e entendi.

 

As decisões sejam elas quais forem, mudam o curso da vida até então decorrido.

Decisões feitas a partir do coração, com amor.

Ou decisões tomadas com base na mente e na razão.

Amor vs Razão

Decidir pelo desconhecido, o bem-estar do aqui e do agora, o assumir da própria essência.

Ou decidir com base nas crenças limitadoras e confortáveis e no sentimento de cumprimento do dever.

 

Assumir a pessoa que se é ou manter o caminho até então percorrido por amor à família?

Seguir um sonho ou permanecer na realidade?

 

A escrita na forma de diário aparece no filme como um método de partilha, desabafo, confissão, sem tabus ou medos. Expurgar. Tal e qual como tantos espaços virtuais atuais e contemporâneos.

A força da decisão. O risco de arriscar.

Gratidão,

moXo

 

110318

14
Jun18

Excesso

moXo

Quebrar o excesso que impede o melhor de mim.

Não devo pôr em quase o que sou. Sou o que verdadeiramente sinto dentro de mim.

Não o devo pôr em causa. É a minha essência, é o que vim cá para ser.

 

Desaprender é extremamente complexo.

Desaprender para aprender o que realmente interessa. Tornar-me numa aprendiza. Mas no fundo, não será essa a grande aprendizagem? Todos somos mestres, professores, peritos e para tal, basta que sejamos os melhores aprendizes.

 

A vida dá-nos oportunidades de deslaçar e deixar o que não faz bem.

Todos os dias são oportunidades de me sarar, deslaçar os nós, aprender e crescer.

 

Mas a mente combate a verdade, resiste. O Ego impõe-se, rebela-se e mostra o seu lado forte. Mas resistimos contra o que é certo ou reagimos contra a pessoa, o momento, o ato que a nossa mente analisa moldada pelas crenças incutidas ao longo da vida?

Crenças contraditórias, discrepâncias de comportamentos levam a sensações contraditórias e até de repulsa, negação, conflito ou afastamento. Trata-se da dissonância cognitiva.

 

Necessidade que cada individuo tem de validar as suas crenças. Cria desconforto e leva a que cada um de nós se exalte, discuta, influencie ou pressione quem não partilha da mesma visão, ideia, opinião. Quanto mais forte a dissonância mais agressiva e extrema é a ação e a reação.

 

Concentrar a energia. Sentir a verdade e a essência de tudo e de todos.

Desaprender e focar-me no que importa. Mudar. Estar e ser consciente.

 

Gratidão,

moXo

 

271117

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