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moXo

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

moXo

24
Set19

Catapulta

moXo

Sinto que vivo uma luta diária.

Vivo em dois mundos.

Vageio por espaços opostos.

Extremamente enraízada no espaço em que habito, com as pessoas que me são próximas e queridas, com a vida material que com esforço adquiri.

Anseio todos os dias por algo novo, diferente, uma catapulta que me venha a preencher, que redifina o meu caminho.

No meio vive o medo.

Vivo numa ligação profunda à terra, ao chão físico e uma curiosidade crescente por tudo o que é espiritual.

Onde está o equilíbrio?

 

Gratidão,

moXo

091018

 

18
Set19

Silêncios

moXo

O que dá o direito a alguém em ser mal educado através do seu silêncio, inércia, apatia ou descaso quando não expressa o que quer?

Todos temos as nossas angústias, dilemas, tristezas, incertezas mas ou expressamos e expomos o que se sente ou então não podemos fazer o outro, quem está do outro lado, sentir-se errado ou que algo está mal.

Não há como adivinhar.

Não há como saber.

A não ser por tentativa, por insistência…mas não cabe ao outro fazer isso. Cabe a ti enfrentar o que sentes e queres e dizer ou fazer.

Sim, tens direito a estar pensativo, introspetivo. Mas não, não tens o direito de me fazer sentir mal, de me colocar numa situação constrangedora, de ser mal educado com quem está ao teu redor, de estares distante quando não verbalizas e eu não sei o que se passa. Insisto e não falas. Não adivinho.

E não, as tuas explicações não justificam nem tornam mais válida a tua atitude.

Porque as tuas razões não são mais válidas do que uma correta atitude.

Porque nem sempre o silêncio é a melhor escolha.

 

Gratidão,

moXo

071018

 

05
Set19

Quem diz o que quer, Ouve o que não quer

moXo

Mais uma vez falei demais.

Demasiado impulsiva.

Com as palavras na ponta da língua…falo sem pensar e ponho-me a jeito.

Digo o que todos pensam e por trás falam, mas no momento eu é que acabo por verbalizar.

Porquê? Para quê?

Porque sou assim?

Porque não sou capaz de sentir, pensar e guardar? Porquê?

Saio magoada, ofendida, triste.

Digo o que quero e o Outro, em resposta e em defesa, diz o que quer. Brusco, direto, forte e feio. Mereço.

Quem diz o que quer, Ouve o que não quer

 

Gratidão,

moXo

031018

 

04
Set19

Desapega-te, Liberta-te, Desperta-te

moXo

Já vos falei anteriormente de um livro que estou a ler da Rute Caldeira, “Simplifica a tua vida”.

Hoje venho aqui uma vez mais para partilhar alguns excertos.

São frases, palavras que me levam a refletir acerca do real significa das coisas e das pessoas e do poder que muitas vezes lhes damos, quando na realidade só quem tem o poder somos nós.

 

(…) “Desapega-te do que te faz mal, aprende a deixar entrar o que te faz bem, mesmo que não saibas ainda que bem é esse!

Estás a ler esta mensagem precisamente neste momento por alguma razão. Tu sabes que há alguma coisa que precisas de deixar ir, há algo que precisas de libertar. Pode ser uma emoção, uma característica, um emprego, um medo, um bem material, uma pessoa, não importa. Importa apenas que, neste momento, tu sintas, tu reconheças que há que te desapegares de algo que te pesa.

(…) Fecha os olhos, assume e sente essa voz de dor que fala contigo. Sente esse desconforto sem fugires dele. Sente, sente mesmo que te pareça que tudo se intensifica, sente apenas…

 

(…) E o ser humano gosta de controlar, de saber em que chão põe os pés, de fazer cálculos, e ter certezas. E a liberdade não traz nada disso; a liberdade é a incerteza da certeza de que viver é uma infinita possibilidade de escolhas e resultados que nunca nos são garantidos. O Homem não gosta da liberdade porque a liberdade cria espaço para o medo.

(…) A liberdade é uma escolha que tira o ser humano da zona de conforto, e o Homem está sempre em busca do confortável, mesmo que isso canse, que crie rotina, que crie frustação e aborrecimento. Somos movidos pelo medo e, na maioria das vezes, nem nos apercebemos.

 

(…) O que é a consciência? Como a desperto? Como me desperto a mim mesmo? ESTANDO ATENTO! Como podemos nós ter consciência de como nos sentimos se no exato momento em que vem uma sensação de tristeza, frustração, angústia, medo, a primeira coisa que fazemos é arranjar distrações?

Instintivamente, entramos num looping de distrações: há quem compre roupa, há quem vá ao cinema, há quem comece a arrumar a casa, há quem fique horas a trabalhar, há quem se agarre ao mundo da internet. Na verdade, é muito mais normal as pessoas fazerem isto do que pararem para ter uma conversa com a emoção que se faz sentir no peito. Geralmente, nós não fazemos isto, não dizemos «Tenho de parar uns minutos ou uma hora, estar sozinho e perceber por que razão me sinto desta forma». E não fazemos isto porque temos receio da dor, e como recusamos olhar para ela, essa dor vai crescendo, a ponto de um dia nos fazer obrigatoriamente parar.

 

Gratidão,

moXo

040918

 

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