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moXo

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

Ave noturna, misteriosa e inteligente. O Mocho simboliza Reflexão, busca pelo conhecimento racional e intuitivo, Sabedoria.

moXo

25
Jan19

Banquete do amor

moXo

Nunca é tarde para amar. Nunca é tarde para começar algo ou recomeçar.

A nossa essência pessoal nunca deve ser deixada para trás, esquecida ou abandonada.

Estas foram as ideias retiradas após visualizar o filme “O banquete do amor”, de Robert Benton, de 2007.

O banquete do amor.jpg

 

Tratam-se de diversas peripécias amorosas de várias personagens. Como o amor e desamor nos atinge e molda-nos. Mas também nos dá esperança e força quando menos esperamos.

O amor nas suas diversas formas.

Fica a sugestão.

 

 

Gratidão,

moXo

 

300418

 

22
Jan19

Memórias vazias, histórias ausentes

moXo

Álbum cheio de fotografias mas vazio de memórias.

Não as tenho.

Da infância e adolescência pouco ou nada recordo. A maior parte da informação que guardei foi-me descrita, contada, passada por outra pessoa, outra perspetiva que não a minha. Memórias minhas não as tenho.

Bloqueio ou não. Acredito hoje que criei um muro de proteção.

 

Sempre vivi com este fato até que recentemente me interroguei. Porquê? Será normal?

Vontade de descobrir e de encontrar respostas para esta e outras dúvidas levou-me a este momento.

 

Sei que tudo o que vivi e no meio em que cresci me definiu e tornou-me esta pessoa. Sei que a falta de memórias surgiu dessa realidade, muitas vezes difícil e dolorosa. Sei que bloqueei memórias para que estas não me magoassem mais. Tive que criar distância para factos que não entendia mas que não tinha como os afastar ou mudar. Impotência.

 

Hoje escolho libertar. Pai e Mãe. Sou o resultado das suas escolhas e decisões. Decido parar com o poder das memórias vazias em mim. Assumo e avanço. Decido ainda que as histórias ausentes não têm assim tanta importância. Que o que importa é ter chegado aqui. É ter-me interrogado, tentado perceber, descobrir, aceitar o que nunca controlei. E com este conhecimento e aceitação usá-lo para libertar, crescer e avançar.

 

Gratidão,

moXo

 

280418 II

16
Jan19

AUM

moXo

AUM é o mantra do sétimo e último chakra que irei abordar. O silêncio é o som principal deste chakra, o da Coroa – Sahasrara.

 

Localizado no topo da cabeça, influencia e regula a glândula pineal e a produção de melanina, cérebro, sistema nervoso, córtex cerebral.

Dos 42 aos 49 anos de idade, aproximadamente, desenvolvemos um maior conhecimento ou confiança nos aspetos espirituais da humanidade e da força do Universo. Percebemos que somos um centro de conexão de energia, da nossa e a do universo, e que em conjunto levam-nos a uma sensação de plenitude, leveza e harmonia.

Como se uma luz interior se acendesse e permitisse que sejamos guiados de forma espontânea por algo espiritual e sábio. Entregamo-nos ao nosso eu superior e assim, experienciamos sensações de amor incondicional e destruímos por completo o poder da mente e das crenças limitadores que nos levam aos medos.

 

EU SOU

Afirmação que implica um autoconhecimento e desapego.

Para aqui chegar temos de ter trabalhado todos os outros níveis desde a base até à terceira visão. Todas as emoções, todos os bloqueios e karmas. Toda uma aprendizagem adquirida através da experiência pessoal e de uma longa caminhada de consciência e conhecimento em direção à mudança. Mudança com o ímpeto da verdade, de um propósito, mudando o significado da própria existência e do mundo ao redor. Não importa o tempo para se alcançar pois para aqui chegar há que ser paciente e o tempo divino é isso mesmo. Só assim se atinge a paz, amor e sabedoria.

 

Neste estádio adquire-se uma confiança em algo superior, ao pai céu, ao Divino, ao que não se vê mas sente-se, à energia do Universo. Conceitos como o do esoterismo e da espiritualidade entram na nossa vida como algo natural e como consequência por termos adquirido um equilíbrio e harmonia interior.

A vida e a morte são aceites e como sendo um complemento da outra.

O valor da nossa existência passa a ter outro sentido.

Ficamos atentos aos sinais, do corpo e da mente, e vamos ao encontro do equilíbrio de forma serena, sábia e intuitiva. Deixamo-nos conduzir e confiamos nas forças que mesmo sem serem vistas, sentem-se.

 

Quando este canal está em desarmonia as pessoas mostram-se alienadas do mundo e da sua essência. Pessoas que vivem numa incerteza e ausentes de sentido, o que as impede de usarem e desenvolverem as suas capacidades e até de simplesmente sentirem. Longe de qualquer tipo de espiritualidade e apegadas a tudo o que é material.

 

 

Confesso que quando no curso abordei este chakra senti tudo demasiado abstrato e a minha mente teve muita dificuldade em entender alguns conceitos.

Mais tarde realizei uma profunda análise da minha vida desde a nascença. Esmiucei os últimos anos. Analisei muitos pormenores. As emoções, as reações, as consequências. O que aprendi e o que ainda tendo consciência volto a repetir.

Claramente não atingi a plenitude que está inerente ao chakra da coroa. Não tenho o desprendimento, o desapego, a confiança, o conhecimento interior e exterior, a elevação espiritual, a paz absoluta. Mas fiz uma viagem ao interior de mim mesma. Vi-me como nunca o pensei fazer. Iniciei um processo que pode ser chamado de auto-cura mas da minha perspetiva, é mais de auto-análise e auto-conhecimento. Estou realmente atenta aos sintomas e não os ignoro. Ao analisá-los estou a resolvê-los. O meu corpo reflete o que a minha alma sente. E isto, só por si, vale por todos os cursos que possa fazer, por todo o estudo que possa levar a cabo, por todos os caminhos que possa iniciar.

 

Muito antes de iniciar este percurso transformador tive uma enorme necessidade em sentir algo superior a mim, em obter respostas ou que algo me mostrasse um caminho que não estava a conseguir encontrar. Recordo como numa consulta de psicanálise expus a minha total ausência de fé como causa para as questões existenciais que estava a passar. Nessa altura tive necessidade de acreditar, de ter fé, de sentir que algo era mais poderoso do que conhecia até então, de sentir mais do que o que via. Sem saber, já em 2016 tinha começado um novo caminho mas só durante este curso é que consegui que a minha mente desse “nomes” ao que, por não conhecer, afastava.

 

Libertar. Viver. Sentir. Confrontar. Verbalizar.

 

Gratidão,

moXo

 

280418

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